﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Noticias Edit on Web</title><link>http://www.editonweb.com/Noticias/RSS/RssFeedNoticias.aspx?editoria=21</link><description>Últimas Entrevistas</description><ttl>60</ttl><item><title>O lugar da Bioquímica </title><description>Apaixonado pela química, com um fraquinho pela biologia marinha e com uma relação «matrimonial» com a investigação em proteínas. Lê livros como o &lt;em&gt;Fio da Navalha&lt;/em&gt;, de Maugham, a obra que está a ler actualmente. Tem uma preocupação com o ensino da ciência que o levou a preterir o laboratório durante quatro anos para se dedicar à &lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/Noticias.aspx?nid=1609&amp;editoria=8&amp;sub=32"&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;primeira obra&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, em português, sobre bioquímica, à qual estudantes universitários e investigadores na área podem recorrer. Para Alexandre Quintas, docente no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, a educação em ciência não é uma perda de tempo</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1610</link><pubDate>12-03-2008</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro [Texto e foto]</author></item><item><title>Como reconhecer o amor? No silêncio</title><description>Esta engenheira química venceu o Concurso Nacional "Textos de Amor" promovido pelo Museu Nacional da Imprensa. Ana Rita Rocha apresenta-se e apresenta-nos um amor feito de pequenas coisas, defendendo que "quem não ama, não vive"</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1549</link><pubDate>14-02-2008</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro </author></item><item><title>"É difícil conciliar as nossas prioridades com a agenda parlamentar"</title><description>José Pacheco Gonçalves, de 34 anos, é o novo rosto do partido "Os Verdes" no Parlamento durante os próximos seis meses. Formado em engenharia agro-pecuária, elege como uma das prioridades no seu mandato a aplicação do Programa de Desenvolvimento Rural, o qual considera ter muitas falhas, mas, ainda assim, é melhor que nada. Considera ainda que as pessoas estão limitadas nas suas opções ambientais porque não têm necessidades básicas satisfeitas e que o Governo se tem servido do Ambiente para justificar todo o tipo de taxas</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1491</link><pubDate>16-01-2008</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro </author></item><item><title>"Lido com a morte científica todos os dias, o que me interessava era o outro lado"</title><description>A noite no Bloco Operatório no Serviço de Urgência do Hospital de S.João tinha sido das más. Ainda assim, Susana Regadas fala com entusiasmo da sua surpreendente tese de mestrado que nos leva para essa grande "escada rolante" que é o acto de conhecer e de pensar. A autora defende que para procurar o bem precisamos de duas ferramentas: a metafísica e a história. Pensar, ser, saber, decidir foram os verbos imponentes que atravessaram esta conversa com a editonweb.com, sempre acompanhados de uma outra figura a que a autora presta homenagem: Daniel Serrão. Eis, pois, uma apologia do pensar</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1485</link><pubDate>11-01-2008</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro [Foto: Pensador, de Rodin]</author></item><item><title>Olhem perto </title><description>Há muito que ver e é preciso olhar de perto. Esta é a mensagem que o fotógrafo suíço Markus Zuber nos deixa com o seu último projecto: o livro &lt;em&gt;Porto sem fim&lt;/em&gt;, com fotografias sobre o Porto acompanhado por poemas de Eugénia Soares Lopes. A sua paixão é a natureza e a fotografia de paisagens. O seu objectivo é captar o passado, o presente e o futuro numa imagem</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1453</link><pubDate>28-12-2007</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro [Foto: Markus Zuber]</author></item><item><title>História de um desaparecimento anunciado </title><description>3 de Fevereiro é o prazo para sabermos se as salas de cinema do Shopping Cidade do Porto, detidas pela Medeia filmes, vão encerrar. Na causa do problema, está um prejuízo que já chegou aos 80 mil euros, causado não pela falta de público, mas por rendas demasiado altas cobradas pela administração do Shopping. Em causa, está também uma questão de visão. Para uns, a fonte de rendimento está nas rendas; para outros está no público, na comunidade e na diversidade cultural</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1410</link><pubDate>07-12-2007</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro</author></item><item><title>Na síntese do tempo e da cultura, também o envelhecimento</title><description>Foi com o olhar no tempo, que Alexandre Kalache se interessou pelo tempo da sabedoria, pelo tempo do balanço final que só pode ser um passo em frente para o amanhã. Hoje é o responsável máximo, na Organização Mundial da Saúde (OMS), para o envelhecimento e saúde. Com a sua simpatia familiar, desdobra, nesta conversa, os seus olhares pelos projectos que marcaram o seu percurso, pelo que é ser velho em Portugal e no mundo. Com a sua atenção aos pormenores, recorda testemunhos, aponta desafios e revela paixões. Optimismo, auto-eficácia e auto-estima são os seus segredos</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1390</link><pubDate>30-11-2007</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro</author></item><item><title>Clara Pinto Correia entre vocações e interesses</title><description>&lt;strong&gt;Diz depender unicamente da linguagem dos afectos. A sua maior vocação é ser mãe. Como pessoa define-se recorrendo à Biologia: "um membro perfeitamente funcional da sociedade". Por muito que se diga de Clara Pinto Correia, parece que há sempre muito mais a dizer. Num país de falsos brandos costumes, é inevitável que a voz da bióloga e escritora seja controversa e gere animosidades. O tempo acentuou-lhe o pragmatismo, mas não extinguiu a sua vontade fazer diferente. O seu último livro &lt;em&gt;Complementos indirectos &lt;/em&gt;foi apenas o pretexto para esta entrevista &lt;/strong&gt;</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1361</link><pubDate>19-11-2007</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro [Foto:DR]</author></item><item><title>As línguas de uma vida </title><description>Mais do que uma entrevista, o leitor vai poder ler um testemunho. Mais do que uma professora, vai conhecer alguém com uma visão. Mais do que um livro, vai conhecer uma investigação com trabalho e com amor. Mais do que uma língua ou uma disciplina, vai identificar uma ferramenta para a vida. Carmo Machado prolonga aqui o conhecimento, os desejos e posições já demonstrados no livro &lt;em&gt;Entre dois mundos, entre duas linguagens&lt;/em&gt; [Edições Colibri]. A autora vive a paixão pela linguagem e pela comunicação  e tenta ultrapassar o desalento que o quotidiano de uma escola pode provocar</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1345</link><pubDate>12-11-2007</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro</author></item><item><title>A Ciência da vida de Cândida Lucas </title><description>A Ciência da vida da bióloga Cândida Lucas, docente e investigadora na Universidade do Minho, é o mote para esta conversa que fluí entre arte, sociedade, e aplicações biotecnológicas do estudo das leveduras. Prefere a pesquisa e a interpretação de resultados ao trabalho em laboratório. O tom entusiasmado do seu discurso muda radicalmente e o seu semblante fica sério quando fala do mal dos cientistas portugueses: a falta de estabilidade institucional e financeira e a ignorância na avaliação dos projectos. Nesta conversa, mostra ainda que consegue ver o todo para além da parte</description><link>http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1263</link><pubDate>08-10-2007</pubDate><author>Filipa M. Ribeiro</author></item></channel></rss>